LOGOTIPO DA ESCOLA

LOGOTIPO DA ESCOLA

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Apenas um passo

Não importa há quanto tempo você esteja andando para o Norte - com apenas um passo você é capaz de andar para o Sul. O que é preciso para dar uma volta de 180º na sua vida? Apenas um passo. Você está a apenas um passo de uma dieta mais equilibrada, a um passo de melhorar suas finanças pessoais, a um passo de ser um profissional muito melhor, a um passo de ter um relacionamento mais gratificante. Com apenas um passo, o melhor dia da sua vida pode ainda estar por vir, e não estar perdido em algum lugar do passado distante. Num instante, todas as energias negativas na sua vida podem ser redirecionadas para alguma coisa positiva. Apenas um passo é necessário para romper essa inércia, e dar à sua vida o rumo que você realmente gostaria que ela tivesse. Apenas um passo e você poderá ser mais criativo, inovador, cientista, brilhante destacando-se cada vez mais como aluno, para prosperar nos sonhos e construir um futuro melhor.

PARABÉNS ESTUDANTE

E.E.B. Professora Irene Stonoga

DIA DO ESTUDANTE

Alfabeto do Estudante






"Ame os estudos. Neles está parte do seu sucesso na vida.



Boas notas dependem de aplicação e amor aos estudos.



Crie o Bom hábito da leitura. Isso enriquece sua personalidade.



Desistir, nunca. As dificuldades não devem enfraquecer suas esperanças.



Evite críticas e promova a amizade e a união.



Faça seus talentos frutificarem. O Brasil precisa de você.



Guerra aos erros e maus hábitos: a vida é batalha onde a inteligência e a boa vontade podem triunfar.



Habitue-se a prestar atenção às aulas.



Insista no que vale a pena.



Julgue, analise, antes de falar e concluir.



Lembre-se: é você que deve aprender a resolver seus problemas.



Método nos seus trabalhos. A bagunça é inimiga da perfeição.



Não estude só para a escola, mas para a vida.



Ouça antes a opinião dos outros, sem interromper, e depois dê a sua.



Procure entender e assimilar mais do que decorar.



Querer é poder. Quem se esforça consegue.



Renove seu entusiasmo, suas energias, pensando no seu ideal.



Sabedoria é dom de Deus, e ele a concede a quem procura.



Tenha paciência e perseverança. Muitas coisas se resolvem com o tempo.



Uma andorinha só não faz verão: você precisa dos outros, os outros de você.



Vale mais conhecer nossas fraquezas e pedir auxílio aos mestres e colegas do que persistir no erro.


X.Y. A vida é uma incógnita que você deve ir descobrindo e resolvendo dia-a-dia.



Zele pela realização do seu ideal: isso é a sua felicidade."




Autor: ( Desconhecido )

DIA DO ESTUDANTE

O Dia do Estudante se comemora na data de 11 de agosto, que se aproxima, por isso, preparamos este post sobre o assunto.

Sem dúvidas, o estudante merece ter um dia especial em sua homenagem, afinal, quase todos nós somos estudantes ou já fomos um dia, e tem ainda aqueles que gostam tanto de aprender, que serão estudantes para o resto da vida.

Qual é a Origem ou História do Dia do Estudante?

Confira logo abaixo, o porque da data:

No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.

Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 alunos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.

Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.

Fonte: http://www.ejaadistancia.com.br/noticia/20/ciencias-juridicas-e-sociais

Oração do Estudante

Senhor, eu sou estudante, e por sinal, inteligente.
Prova isto o fato de eu estar aqui, conversando com você.
Obrigado pelo dom da inteligência e pela possibilidade de estudar.
Mas, como você sabe, Cristo, a vida de estudante nem sempre é fácil.
A rotina cansa e o aprender exige uma série de renúncias: o meu cinema, o meu jogo preferido, os meus passeios, e também alguns programas de TV .
Eu sei que preparo hoje o meu amanhã.
Por isso lhe peço, Senhor, ajuda-me a ser bom estudante.
Dê-me coragem e entusiasmo para recomeçar a cada dia.
Abençoe a mim, a minha turma e os meus professores. Amém.

PROJETO HORTA ESCOLAR

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA IRENE STONOGA
CHAPECÓ – SC




PROJETO HORTA ESCOLAR


CHAPECÓ, 2011.


JUSTIFICATIVA

O cultivo de uma horta escolar e domestica garante alimentos saudáveis e nutritivos, sem alto custo, prevenindo e até curando doenças, educando, ocupando e quando o trabalho é feito com prazer proporciona lazer e exercícios ao ar livre.
As hortaliças e trutas são ricas em vitaminas, sais minerais, fibras e apresenta função terapêutica e dietética. As vitaminas não se acumulam no organismo, por isso é necessário o consumo diário de frutas e hortaliças.
Sendo assim considerou-se necessário o trabalho com a horta a fim de oportunizar o conhecimento referente ao preparo, plantio e colheita das hortaliças.


OBJETIVO GERAL:

O objetivo da horta escolar é promover uma educação integral a partir da comunidade escola, incorporando uma alimentação saudável e ambientalmente sustentável com eixo gerador da pratica pedagógica, busca também, incentivar a construção de novas hortas em seu recinto familiar proporcionando uma ideologia preventiva, educativa e de consciência ambiental.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Oportunizar o conhecimento referente ao preparo, plantio e colheita das hortaliças;
Desenvolver a conscientização referente a importância do consumo de hortaliças devido ao índice de vitaminas, sais minerais etc;
Conscientizar da importância do não uso de agrotóxicos em hortas caseiras, escolares;

REFERENCIAL TEÓRICO

1. IMPORTÃNCIA DA HORTA
A horta é um local onde se pode cultivar vários tipos de verduras e legumes que são ricos em sais minerais e vitaminas indispensáveis para o organismo humano. Nela também pode-se plantar temperos e ervas medicinais.
Além de ser uma fonte alimentar é um importante local de relaxamento que proporciona contato com a terra e a natureza e o prazer de produzir algo, sem falar da economia que podemos conseguir quando cultivamos nossos próprios alimentos, ao invés de comprá-los, com possibilidades de vendê-los, ajudando na renda da família. Ter uma horta em casa não é difícil, porém é preciso alguns conhecimentos para ter um bom planejamento e uma boa produção.


Escolha do local
Sol e água são prioridades na vida das plantas e, por isso, o lugar onde serão montados os canteiros tem de receber, no mínimo, cinco horas diárias de luz solar e ter por perto uma fonte de água limpa.

Solo
O melhor tipo de solo para a agricultura é o areno-argiloso. Ele apresenta todas as propriedades necessárias para o desenvolvimento das plantas. É possível descobrir o tipo de solo por meio de experiências simples. Veja a seguir duas opções:
1ª experiência
Cave um buraco de 15 a 20 centímetros de profundidade e coloque a terra retirada em um recipiente de vidro liso e transparente. Complete com água e agite bem. Deixe a mistura descansar até que a terra assente. A camada escura que se forma na superfície é composta de húmus. Logo abaixo, forma-se uma camada constituída de partículas finas, indicando a presença da argila. No fundo, depositam-se grãos mais grossos, de areia. Se dentro do vidro houver menos de 15 % de argila, o solo é considerado arenoso. De 20 a 40 % de argila, é areno-argiloso. E acima de 40 % de argila, o solo é argiloso. Se houver menos de 5 % de argila, conclui-se que naquela parte do solo existe apenas matéria orgânica.
2ªexperiência
Amasse um punhado de terra úmida com as mãos. Em seguida bata com força uma palma na outra. Se as mãos ficarem sujas, tingidas, cheias de terra nas linhas e nas marcas digitais, o solo pode ser considerado argiloso. Caso as mãos fiquem limpas e grãos de areia raspem as palmas, o solo é arenoso. Conforme o caso, incorpore terra argilosa, areia e esterco ao solo, até chegar à proporção de três medidas de terra argilosa, duas de esterco (de preferência, de gado e bem curtido) e uma de areia.

Montagem dos canteiros
Para trabalhar com crianças e adolescentes, o ideal é que os canteiros tenham 2 metros de comprimento por 1 de largura e, no mínimo, 50 centímetros entre um canteiro e outro. A profundidade deve ser de 30 a 40 centímetros. Para segurar a terra nas laterais da horta, pode-se utilizar tijolos ou bambu.

Semeadura
Existem duas formas de semeadura, a direta e a feita em sementeira. Na direta, as hortaliças são semeadas nos canteiros e ficam ali até a época da colheita, como beterraba, cenoura, espinafre, rúcula, almeirão, salsa e coentro. A profundidade da linha de semeadura deve ser de dois centímetros para as sementes menores e de dois e meio para as maiores, como a beterraba e o espinafre. A precisão na semeadura é muito importante, pois se as sementes ficarem muito fundas, não germinam e se ficarem no raso, podem ser levadas pela água.
No caso das sementeiras, as hortaliças são semeadas primeiramente numa caixa e depois transplantadas para o canteiro. Isso é feito para que as mudas se desenvolvam com mais força. O procedimento é indicado para o plantio de alface, chicória, mostarda, couve, repolho e cebolinha. Para a alface, chicória e mostarda, o espaço entre as mudas deve ser de 1 palmo. Já a couve e o repolho precisam de 3 palmos. No transplante, tome cuidado para não danificar a raiz. Faça-o sempre no final do dia, seguido de rega do canteiro.

Tempo para transplante
· Alface e chicória: assim que apresentar de quatro a seis folhas;
· Couve, repolho e cebolinha: 30 dias

Época de colheita
· Rabanete: 35 dias;
· Alface, chicória, almeirão e rúcula: 40 dias;
· Espinafre: 60 dias;
· Salsa: 70 dias;
· Beterraba e cenoura: 90 dias.

Rega
É um dos principais momentos do cultivo de uma horta. Sem a rega, é impossível o bom desenvolvimento de qualquer planta. Ela deve ser feita de manhã bem cedo. No caso de dias muito quentes, regue também no final da tarde. Em regiões de clima mais ameno, uma rega ao dia é suficiente. O solo do canteiro ou a terra da sementeira deve receber água de maneira uniforme, até que infiltre abaixo das sementes ou raízes, sempre tomando cuidado para não encharcar a terra.

Colheita
É feita de duas maneiras: arranco e corte. Para alface, chicória, mostarda, beterraba, cenoura e rabanete, basta arrancar. Salsa, cebolinha e rúcula devem ser cortadas três dedos acima do solo Se a salsa e a cebolinha forem cortadas corretamente, poderão ser colhidas muitas vezes. Rúcula e almeirão, no entanto, podem ser colhidos, no máximo, sete vezes.
O almeirão deve ser cortado rente ao solo. No caso do espinafre, deve-se cortar apenas os ramos maiores. Para a couve, retire as folhas maiores com cuidado para não danificar os brotos centrais. Tanto o espinafre quanto a couve podem ser colhidos diversas vezes.

Controle de pragas e doenças
Para evitar o aparecimento de pragas e doenças, alguns cuidados devem ser tomados. O ideal é não cultivar uma única hortaliça no canteiro, pois cada planta retira um tipo de nutriente do solo e atrai um diferente tipo de praga.
Nas bordas dos canteiros, cultive salsa, cebolinha e coentro. Eles funcionam como repelentes para alguns bichinhos acostumados a atacar as hortaliças. Numa metade, cultive alface. Na outra, beterraba. Esse procedimento ajuda a equilibrar a retirada das vitaminas do solo e confunde os bichinhos que atacam as plantas pelo cheiro, cor e forma das folhas.
O cultivo de ervas medicinais, como melissa, capim-cidreira, poejo, hortelã, menta e boldo ao redor da horta, também é muito eficaz para espantar algumas pragas. A erva-doce atrai para si o pulgão que costuma atacar a couve. Se houver poucas plantas de couve na horta, pode-se fazer a lavagem das folhas retirando todos os pulgões. Se não resolver, o ideal é aplicar a calda de fumo.
Receita da calda de fumo
Ingredientes:
50 gramas de fumo de corda picado
1 litro de água
1 colher de café de pimenta-do-reino
Preparo:
Ferva a água com o fumo picado até a mistura ficar bem escura. Deixe esfriar, coe e acrescente a pimenta. No caldo, acrescente mais cinco litros de água e pulverize as folhas no final da tarde.
Não molhe as folhas após a aplicação. Repita a operação até que os pulgões desapareçam. Consuma as folhas apenas dez dias após a última aplicação.

ETAPAS:

Movido por uma ideologia pratica e objetiva para com a consciência ambiental, deu-se inicio a um processo longo e árduo para construção de uma horta. O local onde atualmente encontra-se a horta era destinado para o deslocamento de resíduos não recicláveis como lixo orgânico, materiais de construção civil, madeiras, carteiras velhas, lápis, caneta, dentre outros. No inicio todo este matérias foram retirados e destinados a um local apropriado, após, a limpeza partimos para o manejo do terreno, isto é, a preparação do solo para o cultivo, houve a colocação de novas terras e para uma maior consistência ao terreno colocou-se adubo orgânico. Na etapa seguinte houve a construção dos canteiros e posteriormente identificou-se a época mais ideal para o plantio das hortaliças. Houve um cultivo variado de hortaliças, pois, abordaria uma multiplicidade de características primordiais da planta, como seu teor nutritivo e calórico. Ao termino identificou-se a grande produtividade e a utilização destes na merenda escolar.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

A horta escolar é, assim, utilizada como forma de divulgação de usos, costumes e características culturais, de modo a contribuir para o conhecimento e preservação do meio ambiente e ainda de uma alimentação mais racional e saudável. São tantas as maravilhas apresentadas por ela, que um numera infinito é insuficiente para demonstrar suas categorias. Podemos contemplar essa fantástica e inusitada HORTA, com um todo basta tornar consciente e ter a responsabilidade com nossos atos, sabendo que este é um meio para metamorfose cultural e o desenvolvimento igualitário e saudável da humanidade.
Todas as hortaliças produzidas na horta escolar será utilizada no lanche dos alunos na escola.






PROJETO COMEMORANDO A PÁSCOA

PROJETO COMEMORANDO A PÁSCOA


OBJETIVOS:


  • Refletir no sentido de entender o sentido da páscoa enquanto festa cristã

  • Conscientiza-los sobre a influência exercida pelo comércio sobre as pessoas, em tempo de Páscoa.

HISTÓRIA - PÁSCOA


A Páscoa é uma das principais festas religiosas comemoradas no Brasil e no mundo. Para os povos cristãos representa a ressurreição de Cristo.

Porém, muito antes disso, já era comemorada por povos primitivos do hemisfério norte, que festejavam nessa época, a chegada da primavera. Eles davam de presente uns aos outros ovos de galinha pintados de cores vivas.Decorar ovos é uma tradição milenar chinesa; povos da Europa Central também cultivavam esse costume há muitos e muitos anos. Os ovos – símbolo de vida e renovação, pois contém dentro de si a possibilidade de um novo ser – eram feitos de madeira, de cera e de outros materiais. Reis e faraós trocavam entre si ovos de ouro e pedras preciosas.

Para os Judeus, a PÁSCOA significa a libertação dos hebreus do cativeiro no Egito, onde foram escravos por 400 anos aproximadamente, e a travessia para a Palestina , sob a liderança de Moisés.

A Páscoa não tem data fixa. No hemisfério sul é celebrada no primeiro domingo após a lua cheia de outono. Pode cair entre 22 de março e 22 de abril, e a semana que antecede é chamada de Semana Santa.

Hoje em dia, é uma festa muito popular. Adultos, crianças, parentes e amigos trocam entre si principalmente ovos e coelhos de chocolate, como expressão de afeto mútuo.

O coelho simboliza a fertilidade, pois começa a procriar cedo, reproduz-se rápido e tem grandes ninhadas. No Brasil, o coelho foi introduzido como símbolo da páscoa pelos imigrantes alemães, e o costume logo se espalhou pelo país.

A indústria do chocolate surgiu na Europa, em 1834. Os ovos enfeitados com fitas e papel colorido surgiram no início do século XX.


PROJETO DIA DAS MÃES

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PROFESSORA IRENE STONOGA

CHAPECÓ – SANTA CATARINA


PROJETO DIA DAS MÃES




OBJETIVO:


Trabalhar a data comemorativa “dias das mães ” no sentido de entender a mãe enquanto mulher cidadã ;


CONTEÚDOS

  • história;

  • lutas e conquistas da mulher/mãe;

  • conciliação do papel da mulher/mãe/profissional ;

  • discriminação e exploração do trabalho da mulher;

  • violência contra a mulher - lei Maria da Penha;

  • papel da mãe na educação dos filhos (segurança, afetividade, formação, valores, confiança, influência materna positiva ...);

  • a família ontem e hoje ( a maneira como os pais se relacionam tem mudado através dos tempos );

  • mãe que assume os papéis na família (mãe e pai – pais ausentes);

  • mães trabalhadoras (dupla – jornada/ no lar e fora do lar );

  • comércio exploração do dia das mães

Todos os componentes curriculares estarão envolvidos na realização de tarefas e discussões dos temas acima relacionados.


CULMINÂNCIA

A culminância será realizada através de apresentações dos alunos em homenagem as mães.


Origem do Dia das Mães

O Dia das Mães tem a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo o país e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.

No Brasil, o Dia das Mães é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.

Em Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro.


Datas Fixas

Dia

Mês

País

3

Março

Geórgia

8

Março

Albânia, Rússia, Sérvia, Montenegro, Bulgária, Romênia

21

Março

Egito, Síria, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos

7

Abril

Armênia

10

Maio

Suécia, México, Barém, Hong Kong, Índia, Malásia, Qatar, Singapura

26

Maio

Polônia

27

Maio

Bolívia, República Dominicana

12

Agosto

Tailândia (aniversário da rainha Mom Rajawongse Sirikit)

15

Agosto

Bélgica e Costa Rica (Dia de Atención De Maria)

8

Dezembro

Panamá


Dias variáveis no mês

Dia

Mês

País

Segundo Domingo

Fevereiro

Noruega

Primeiro Domingo

Maio

Lituânia, Hungria, Portugal, Cabo Verde, África do Sul, Espanha, Suécia

Segundo Domingo

Maio

Australia, Bélgica, Brasil, China, Dinamarca, Alemanha, Estônia, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Canadá, Países Baixos, Nova Zelândia, Áustria, Peru, Suécia, Formosa, Turquia, EUA, Venezuela

Último Domingo

Maio

França (se coincide com Pentecostes, é transferido para o primeiro domingo de junho)

Terceiro Domingo

Outubro

Argentina

Início do Mês

Outubro

Índia


Dias variáveis no ano

Dia

País

Primeiro Dia da Primavera

Líbano

2 semanas antes do Natal

Iugoslávia


Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva; dentre as várias mudanças promovidas pela lei está o aumento no rigor das punições das agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar. A lei entrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006, e já no dia seguinte o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa.

O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Maia que foi agredida pelo marido durante seis anos. Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la. Na primeira com arma de fogo deixando-a paraplégica e na segunda por eletrocução e afogamento. O marido de Maria da Penha só foi punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado.

A lei altera o Código Penal brasileiro e possibilita que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, estes agressores também não poderão mais ser punidos com penas alternativas, a legislação também aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos, a nova lei ainda prevê medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e filhos.


A MULHER NO BRASIL

O Brasil não é estranho ao problema da violência doméstica, ao contrário, somos líder mundial neste campo. Fatores como o alto índice de criminalidade de nossas cidades, baixo nível de educação da população em geral, má distribuição de renda e falta de planejamento familiar podem ser elencadas entre as causas deste problema, embora seja notório que não se trata de questão exclusiva entre pessoas de mais baixa renda e nível de instrução, pois é sabido que acontece também nos lares abastados.

Para tentar reduzir esta cruel realidade, muitas medidas foram adotadas ao longo dos anos, tanto para mudar a legislação pertinente à matéria, como também através da criação das delegacias da mulher e do desenvolvimento de programas sociais que buscam não só auxiliar a mulher agredida como também conscientizar a população.

Nenhuma delas, entretanto, foi recebida com tamanho grau de otimismo como o que vem sendo depositado a Lei 11.340, sancionada em 7 de agosto de 2006.

A referida lei representa, provavelmente, o maior avanço já atingido em nosso país para se erradicar definitivamente a violência doméstica de nossos lares, pois torna todo o processo de punição do agressor mais fácil, ágil e eficiente, alterando dispositivos do Código Penal Brasileiro, entre outras providências.

A lei prevê a prisão preventiva e prisão em flagrante do agressor; a modificação da pena máxima, que antes era de seis meses a um ano, para até três anos, com a possibilidade de ser aumentada em até um terço, caso a mulher agredida seja portadora de deficiência; proíbe a aplicação de penas alternativas pecuniárias como pagamento de multa ou cesta básica pelo agressor; além de tipificar e estabelecer as formas de violência doméstica como física, moral, psicológica, patrimonial e sexual.

Também dispõe que a vítima deve estar sempre acompanhada de advogado durante todas as fases do processo e lhe retira a obrigação de entregar a intimação pessoalmente ao agressor, além de estabelecer que a ela deve ser comunicada caso o ofensor seja preso ou solto.

A lei também inova ao retirar dos juizados especiais a competência para julgar tais crimes, prevendo a criação de Juizados Especiais de Violência Doméstica e Familiar, ampliando os poderes do julgador para permitir que ele adote as medidas que julgar necessárias e urgentes para resguardar a integridade física e psicológica da vítima, como o afastamento do agressor do lar comum ou o encaminhamento da vítima a local seguro.

Esta modificação de competência é muito importante e representa grande evolução na busca por uma Justiça mais célere e eficiente, porquanto a vítima, até agora, era obrigada a ingressar com a ação criminal no Juizado Especial Criminal e, se pretendesse também pôr fim à relação marital com o agressor, teria que ingressar com outro procedimento perante o Juizado Cível.

Este novo modelo de juizado especial previsto na lei, ao contrário, terá competência para resolver todas as questões, podendo a vítima pedir separação juntamente com o processo pela agressão sofrida.

Embora a lei tenha a intenção de proteger a mulher, as modificações trazidas beneficiam a família e a sociedade como um todo, pois a cultura da violência pode ser inserida na mente das crianças desde a mais tenra idade quando presenciam dentro de seus lares, como bem refere a desembargadora gaúcha Maria Berenice Dias em artigo recentemente publicado na Internet, “...a violência doméstica é o germe da violência que está a assustar a todos”.

É sabido que o exemplo que vem de casa vai moldar a personalidade da criança, sendo provável que o menor que cresce em um ambiente de agressividade, aprenda que a violência é algo normal e comum e que o mais forte deve se impor sobre o mais fraco por meio da força física, vindo a se tornar um futuro adulto violento ou até mesmo marginal.

Ainda que razões não faltem para se comemorar e ter otimismo quanto à eficiência da nova lei em nosso país, para que ela surta o esperado efeito é necessário, primeiro, que sejam implantados com a máxima urgência os referidos Juizados Especiais de Violência Doméstica e, segundo, que venha acompanhada de devida divulgação na mídia, seguida de programas sociais específicos e direcionados para informar e orientar as vítimas.

Isto porque o grande obstante à realização da justiça nos casos de violência doméstica é a inércia das mulheres agredidas, as quais, muitas vezes, se sentem constrangidas, seja por valores morais ou por medo de novas agressões, e acabam por não denunciar a violência sofrida.

Esperamos, portanto, que junto com a nova lei, se crie uma nova imagem da justiça, que se desperte o sentimento de confiança no Poder Judiciário em cada vítima, para que procurem então os seus direitos, pois a Justiça, embora bem intencionada, não pode andar sozinha.






PROJETO TORNEIO ENTRE SÉRIES

ESTADO DE SANTA CATARINA

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

GERÊNCIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO

ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PROFESSORA IRENE STONOGA



PROJETO : TORNEIO ENTRE SÉRIES


JUSTIFICATIVA

A atividade esportiva através de torneio entre séries visa mobilizar crianças e adolescentes para atividades físicas , de lazer e uso construtivo de seu tempo livre através do esporte.

Também percebe-se a necessidade dessas atividades pois além de proporcionar e estimular a participação dos alunos através da realização de atividades esportivas promove a interação social entre as diversas séries e o envolvimento de toda a comunidade escolar : pais, alunos, professores, funcionários e direção, criando assim, laços afetivos e consequentemente melhorando as relações dentro do âmbito escolar.


Objetivo geral

Conscientizar sobre a importância do esporte na vida do ser humano como forma de integração, recreação, qualidade de vida e desenvolvimento nas relações humanas.


Objetivos Específicos

- Oportunizar os alunos para participarem de atividades diferenciadas;

- Promover a inclusão social através do esporte;

- Fortalecer as relações interpessoais entre diferentes grupos e idades ;

- Despertar a consciência da cidadania, disciplina, solidariedade e empenho escolar.


METODOLOGIA/ORGANIZAÇÃO:

O torneio será realizado no dia 26/06/2010 e 25/09/2010, no ginásio de esportes da Escola envolvendo neste primeiro momento as turmas de Ensino Médio, contando com a participação de pais, alunos, professores, direção.


ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS

- FUTSAL ( masculino e feminino )

- HANDEBOL (masculino e feminino )


PARTICIPANTES : Alunos, pais, professores, funcionários, direção .

COORDENAÇÃO – Professores de Educação Física


AVALIAÇÃO

A avaliação será realizada após a realização do projeto .



PROJETO LEITURA NA ESCOLA


ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PROFESSORA IRENE STONOGA

CHAPECÓ-SC


PROJETO LEITURA NA ESCOLA


Chapecó, 2011


JUSTIFICATIVA:

A leitura possibilita a aquisição da maior parte dos conhecimentos acumulados pela humanidade. Mas as pessoas ainda possuem pouco esse hábito, embora a produção de livros venha aumentando. Por razões econômicas e sociais, muitos brasileiros têm contato com a leitura apenas na escola. E é aqui que crianças e jovens podem ser conquistados para o livro, se seus primeiros contatos com a leitura forem interessantes e agradáveis. A leitura e a escrita deficiente estão ligados ao resultado mais visível desse fracasso da escola. Embora exista hoje um movimento do poder público no sentido de equipar as escolas com acervos, é bom lembrar que, para incentivar o gosto pela leitura é formar leitores. É preciso incentivá-las, ajudá-las a compreender textos complexos, o que pode ser feito comentando textos, fazendo perguntas, lendo junto, trazendo informações sobre autores e temas, ajudando a descobrir o significado de palavras etc. Não é difícil imaginar a importância da ação para o incentivo à leitura. Visando aprimorar o ensino e a aprendizagem da leitura na escola e incentivar a leitura, faz-se necessário nós educadores e mediadores para a formação de opiniões realizar ações durante todo o ano letivo para incentivar a leitura na escola.


OBJETIVOS:

- Formar leitores conscientes, participativos e transformadores da sociedade através do hábito da leitura.

- Incentivar uma cultura de valorização da leitura na comunidade escolar;

- Chamar a atenção dos alunos para a diversidade dos textos e para o contexto em que aparecem: imprensa em geral (reportagens, textos informativos, revista de história em quadrinhos), meio literário (poemas, contos, fábulas), tradição oral (adivinhas, trava-línguas, brincadeiras ritmadas, parlendas, canções), propagandas (cartazes, outdoors, folhetos), vida cotidiana ( bilhete, convite)...

- Desenvolver nos alunos o gosto pela leitura e sua competência como leitores, por meio de diversos tipos de textos e atividades diversificadas;

- Criar um ambiente propício à leitura;


PÚBLICO ENVOLVIDO E PARCERIAS

- Alunos, professores e demais funcionários da escola;

- Os professores se envolvem também no sentido de pesquisar materiais para leitura, quando estes estão dentro de sua área de atuação;

- Parcerias com o Governo Federal/MEC através de doações de livros de literatura;

- A escola também faz parceria com o Projeto, sendo que a mesma também adquire livros (principalmente os Infantis) com recursos financeiros próprios através de rifas, doações etc.


REFERENCIAL TEÓRICO

As exigências educativas da sociedade contemporânea são crescentes e estão relacionadas às diferente dimensões da vida das pessoas: ao trabalho, à participação social e política, à vida familiar e comunitária, às oportunidades de lazer e desenvolvimento cultural.

O mundo passa atualmente por uma revolução tecnológica que está alterando profundamente as formas de trabalho e de interação, onde, numa economia cada vez mais globalizada, a competitividade desponta como necessária à susbsistência humana. No afã de auto-superar o homem moderno terminou o século XX em desarmonia consigo mesmo, sem reflexão crítica sobre as suas reais necessidades, as quais deveriam permear o próximo milênio.

Sobre este prisma, torna-se oportuna a discussão sobre as formas de lidar com os novos tempos e, portanto, emergir o discurso sobre a qualidade de ensino nas escolas atentando para a ascensão no nível de educação de toda população e detectando os fatores que possam atender às novas exigências educativas que a própria vida cotidiana impõe de maneira crescente no meio social.

Neste sentido, um dos instrumentos imprescindíveis para uma formação geral e que possibilite cidadãos críticos, autônomos e atuantes, nesta sociedade em constante mutação, seria a prática de leituras variadas que promovam, de maneira direta ou indireta, uma reflexão sobre o contexto social em que estão inseridas, uma vez que o movimento dialético da leitura deve inserir o leitor na história deste milênio e o constituir como agente produtor de seu próprio futuro.

Cunha, citado por MARTUCCI (1999, p.3), explicita que:

“na medida em que tivermos diante de nós uma obra de arte, realizada através de palavras, ela se caracterizará pela abertura, pela possibilidade de vários níveis de leitura, pelo grau de atenção e consciência a que nos obriga, pelo fato de ser única, imprevisível, original, enfim, seja no conteúdo, seja na forma”.


As fracas experiências com a leitura afastam o leitor do contexto social e cultural, faz com que desconheça o que de mais profundo o homem pensou e escreveu sobre si, alienando-se das informações e, conseqüententemente obsta sua participação ativa e efetiva na sociedade em que está inserido.

Por esta perspectiva, obvia-se a necessidade da formação de leitores, pois percebe-se que sua participação no contexto social depende de sua visão de mundo, de seus valores, de seus conhecimentos, de sua reflexão e visão crítica, enfim, da leitura como instrumento do conhecimento.

Diante dos impasses tecnológicos e culturais do final do milênio, a Escola se revela como uma das instituições mais ameaçadas pelos novos rumos da sociedade. Espaço privilegiado do saber, a Escola mantém a escrita da palavra como texto básico no ensino, embora o mundo das imagens virtuais já faça parte da realidade de muitos alunos.

A velocidade das novas linguagens invadiu o cotidiano, atropelando o ritmo harmônico do aprendizado, e ao pretender uma atualização, a Escola assimila o novo sem a devida reflexão. Ou seja, persiste num ritmo de leitura pouco apropriado à formação do pensamento crítico, com as informações e novidades sendo incorporadas de maneira aleatória, sem uma visão científica necessária para a construção do conhecimento.

Na pressa de estar em sintonia com as inovações, a Escola desconsidera o processo formador de aprendizagem, limitando-se a investir na circulação de imagens e deixando de observar a qualidade dos textos que oferece a seus alunos como fonte de leitura, promovido no seu espaço. Priorizando a substituição do conhecimentos por informação, a Escola se descompassa e, sem formar leitores críticos ou incutir o hábito da leitura, prepara mal o cidadão que escreverá o “texto futuro”, que escreverá e perpetuará a nossa história.

Nesta perspectiva, o exercício da leitura transcende, em muito, a utilização de materiais, muitas vezes empregados como modismos em sala de aula. A formação do leitor impõe-se como prioridade a ser seguida, pressupondo a figura do professor como interlocutor ativo no diálogo da leitura, a fim de instigar e promover leitores que estejam à procura de respostas às suas próprias indagações e a desconfiar dos sentidos das letras impostas por textos insignificantes para, desta forma, encontrar nos livros, a fonte de sua sabedoria e inspiração, resgatando a história do conhecimento, tão necessária nos novos tempos, em que as mudanças são rápidas e atropelam o próprio “saber humano”.

O desafio se encontra na necessidade da busca e implementação de mecanismos que propiciem a atração pela leitura na mais tenra idade, na fase da infância, em que a criança está descobrindo seu microcosmo, seu mundo, está despertando para a realidade subjacente e tentando participar desta realidade com suas novas fantasias e descobertas.

Oportuno citar o que, já no século XVII, afirmava o filósofo John Locke:

“(...) deve ser dado à criança algum livro fácil e agradável, adequado à sua capacidade, a fim de que o entretenimento que ela busca a motive e recompense.”

Com o desenvolvimento da linguagem, a força das mensagens humanas aperfeiçoou-se a tal ponto ser imprescindível à sua própria existência. A busca do conhecimento tornou-se imperativa para novas conquistas e para o estabelecimento do homem como ser social, como centro de convergência de todos os outros interesses.

Na busca desse conhecimento, que se perpetua ao longo da história da civilização, percebe-se que quanto mais cedo o homem iniciar, mais cedo germinará bons resultados. Ou seja, a infância como uma fase especial de evolução e formação do ser, deve despertar-lhe para este mundo, o mundo da simbologia, o mundo da leitura.

No que se refere à Escola e aos objetivos da leitura ou ao “Para que ler na escola?”, pode-se afirmar que ainda não existe nos currículos conhecidos e analisados, uma concretização de um pressuposto geral básico, qual seja, o da articulação entre a função social da leitura e o papel da escola na formação do leitor. Se dimensionarmos essa função social como sendo a necessidade do conhecimento e a apropriação de bens culturais, a leitura funciona, em certa medida, como um meio e não um fim em si mesma. Daí a importância do papel da escola em relação à leitura, que é o de oferecer aos alunos mecanismos e situações em que eles “aprendam a ler e, lendo, aprendam algo”.

O conceito básico de leitura, nesse contexto, passa ser então a “produção de sentido”. Essa produção de sentido, por conseguinte, é determinada pelas condições socioculturais do leitor, com os seus objetivos, seus conhecimentos de mundo e de língua, que lhe possibilitarão a leitura.

“Ler histórias para crianças, sempre, sempre...”(ABRAMOVICH, 1994, p.17)

Nesse sentido, a construção do conhecimento, segundo entendimento de alguns autores como elemento principal, se efetivará pelo hábito da leitura, uma vez inserida e enfatizada no contexto escolar. Afinal, é principalmente através da leitura e contação de histórias que os alunos poderão encontrar respostas aos seus questionamentos, dúvidas e indagações, mormente no que concerne aos caminhos por onde permeiam na construção do seu conhecimento, e não apenas vinculados e adstritos a uma metodologia tradicional.

Segundo projeto ABRINQ pelos Direitos da Criança.

“Podemos fazer outras coisas com as histórias, mas temos que saber que estas outras atividades não são ‘momento de leitura’. (destaque nosso) Quando dramatizamos uma história com marionetes ou dobraduras, estamos mobilizando nas crianças outro prazer que não é o de leitura. Estamos estimulando outras áreas do seu desenvolvimento e realizando atividades de teatro, artes plásticas ou semelhantes. Se desejamos, verdadeiramente, atuar para a introdução dos livros e das narrativas e despertar o desejo pela apropriação da leitura nas crianças, temos que enfatizar os momentos cotidianos de troca em torno dos livros e da mediação destes, sem utilizar acessórios e atividades. Quando possibilitamos um momento de livre exploração dos livros - olhar, folhear, ler, reler, passear ou ficar na ‘sua’- nos colocamos a disposição das crianças para acompanhá-las ou contar as histórias, podemos observar uma série de aspectos como, por exemplo, que as crianças são capazes de compreender, pensar e criar muito além do que imaginamos”. (p.2)

Trilhando por essa linha de pensamento, a instituição escolar deve se constituir num espaço que produza conhecimento; todo e qualquer processo de construção deve estar engajado numa prática democrática, onde educador e educando sejam vistos como agentes e sujeitos simultâneos nas relações de ensino e aprendizagem, delineando papéis desprendidos da mitificação unilateral ou seja, valorando a iniciativa à pesquisa, e a superação dos limites em prol de uma atuação positiva, acompanhando a evolução da sociedade em constante mutação.

Dessa forma, apenas para exemplificar, referindo-se especificamente as aulas de língua portuguesa, constata-se, na atual prática pedagógica, a legitimação das diferenças entre os grupos sociais, ocasionados, principalmente, pela dicotomia formada pela língua padrão que é utilizada na instituição escolar, e aquela normalmente utilizada pelos alunos de classes populares, historicamente estigmatizadas como sendo inadequadas.

A transformação das condições de reprodução desse processo, que vem se perpetuando ao longo das gerações, passa necessariamente por uma revisão na concepção de linguagem que encaminha o ensino da língua portuguesa de forma holística, percebendo-a como uma forma de interação entre sujeitos, de maneira a concebê-los como produtores do discurso em contextos sócio histórico determinados, sendo imprescindível tal postura na formação inicial do futuro leitor.

Nesse sentido, a leitura e a escrita são componentes dinâmicos, vinculados a um contexto social que não pode ser reduzido a um aprendizado técnico lingüístico e entendido como um fato neutro e linear, que resulta apenas em palavras e frases desconexas e sem sentido aparente para o leitor.

Assim, ler é produzir sentido, é estar contextualizado no texto, interpretando-o e atribuindo-lhe algum significado. Portanto, torna-se importante a criação de situações para que o exercício da leitura e escrita produzam reações, interação, e construção de subjetividade e conhecimento, não servindo apenas como uma atividade meramente de cópia ou de decodificação dos sinais gráficos, alienando os alunos do contexto em estão

É na leitura, escrita e reescrita de textos significativos, que ocorre a apreensão dos alunos das normas convencionais, sem que ocorra necessidade de memorização de uma infinidade de regras e exceções, próprias de nossa língua portuguesa. Exemplo:

gibis”, que estabelecem uma estreita ligação com o leitor através do repertório comum e de uma linguagem coloquial. Outros textos, como crônicas, músicas, poesias, charges, transformam-se numa leitura prazerosa e natural, além de levá-los a refletir sobre as intenções subjacentes de cada palavra.

A concretização positiva na escola está no desafio dos professores em olhar para as produções dos alunos com uma visão não somente crítica e que busque os seus erros, ou ainda que atente apenas para a linearidade da escrita, mas sim almejando o significado das suas formas de construção, estimulando o aluno a empenhar-se na realização consciente e divertida de um trabalho lingüístico que lhe faça muito mais sentido.

Assim, com olhar ativo e crítico, através da multiplicidade de linguagem, será possível auxiliar o aluno na construção do conhecimento, que o faça entender-se não apenas como produto, mas, acima de tudo, como partícipe da construção da história da coletividade, e também como agente de transformação de uma realidade que não é estática, mas dinâmica e suscetível `a constantes mudanças.

A rede afetiva que se estabelece entre todos, através dos livros, abre um espaço no qual cada criança pode expressar-se, ouvir e contar histórias ou ainda ficar em silêncio, sem a necessidade de produzir conhecimentos específicos. Nessa situação as crianças, cada uma de sua maneira, está produzindo conhecimentos, mas não os necessariamente pré-determinados pelo adulto. Ou seja, ela está aumentando seu repertório cultural, seu imaginário, sua linguagem; está tendo possibilidade de escolha de livros e de parceiros para a sua leitura e, além disso, pode conhecer outras visões de mundo e estabelecer relações com sua realidade” (ABRINQ, 1999, p.6).

Nessa caminhada na construção do conhecimento humano, não é de se olvidar a relatividade da importância dos livros didáticos, muitas vezes o único acesso disponível para a maioria do público infantil, sobre o que passaremos a discorrer nas próximas linhas.

No atual contexto social faz-se mister que os professores estejam comprometidos com a literatura, que também tenham ou adotem o salutar hábito da leitura pois, no dizer de Fombeure: “É lendo que nos tornamos leitores”. Então, que leiam por prazer e acompanhem o desenvolvimento dos seus alunos, incentivem o pensamento reflexivo e crítico, capacitando-os a reconhecer os valores subjacentes nas relações sociais, culturais, políticas e econômicas da sociedade, descritas, muito provavelmente, nas entrelinhas da maioria dos bons livros.

Necessário também é a existência de consenso entre professores e alunos no sentido de que a literatura é objeto de lazer e compreensão do mundo que, respeitados os interesses e crenças do leitor, propicia prazer, emociona, alegra, engaja o ser por inteiro na leitura e se transforma em atividade lúdica e cognitiva. Portanto, não é de se pensar em literatura como instrumento de transmissão de normas lingüisticas ou comportamentais. Ela poderá oferecer um vasto horizonte à criatividade e fantasia, levar o leitor ao âmago de suas emoções, mas não deverá ser usada como simples recurso para a aprendizagem de conteúdos educativos.

Tornar o livro um objeto “amigo” do aluno, oportunizando o contato com o belo, com o imaginário e com a arte da palavra, são condições que reforçarão o estabelecimento do hábito de ler por prazer e entretenimento. Alcançados tais objetivos, os demais propósitos referentes a relevância da leitura, virão como conseqüência.


DESENVOLVIMENTO/FUNCIONAMENTO

- A aula de leitura será realizada 1 (uma) vez por semana em aulas intercaladas;

- Nesse horário a escola inteira realiza leitura;

- Cada professor organiza o material que levará para a sala, podendo ser com o tema de sua área de disciplina;

- A Biblioteca da escola permanece disponível para disponibilizar os materiais necessários;


CRONOGRAMA ANUAL

- Abril à dezembro de 2011


CRONOGRAMA PRIMEIRO SEMESTRE

Abril

Segunda-feira

Maio

Terça-feira

Junho

Quarta-feira

Julho

Quinta-feira

04/04

2ª aula

03/05

1ª aula

01/06

1ª aula

07/07

2ª aula

11/04

3ª aula

10/05

2ª aula

08/06

2ª aula

14/07

3ª aula

18/04

4ª aula

17/05

3ª aula

15/06

3ª aula

21/07

4ª aula

25/04

5ª aula

24/05

4ª aula

22/06

4ª aula

28/07

5ª aula


31/05

5ª aula

29/06

5ª aula



CRONOGRAMA SEGUNDO SEMESTRE

Agosto

Sexta-feira

Setembro

Segunda-feira

Outubro

Terça-feira

Novembro

Quarta-feira

Dezembro

Quinta-feira

05/08

2ª aula

05/09

2ª aula

04/10

1ª aula

09/11

2ª aula

01/12

1ª aula

12/08

3ª aula

12/09

3ª aula

11/10

2ª aula

16/11

3ª aula

08/12

2ª aula

19/08

4ª aula

19/09

4ª aula

18/10

3ª aula

23/11

4ª aula

15/12

3ª aula

26/08

5ª aula

26/09

5ª aula

25/10

4ª aula

30/11

5ª aula

22/12

4ª aula





29/12

5ª aula


AVALIAÇÃO

- Durante os planejamentos no decorrer do ano letivo será avaliado/discutido o Projeto.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 4.ed. São Paulo : Scipione, 1994.

ABRINQ. Projeto Biblioteca Viva: a mediação de leitura e as crianças. São Paulo, 1999.

COELHO, B. Contar histórias; uma arte sem idade. 2.ed. São Paulo : Ática, 1989.

MARTUCCI, E.M. Aprendendo a contar histórias. In: _______. Formação de contadores de histórias. São Carlos : UFSCar, 1999.